terça-feira, 27 de setembro de 2016

   O mundo no Tempo dos Evangelhos
Os evangelhos foram escritos durante o império Romano. Este reino teve o seu inicio por volta de 753 a.C., depois de 500 anos de guerras tornou-se o poderoso Império Romano. Seu primeiro imperador foi Augusto. Seu reino foi de 27 a.C. até 14 a.C.. Depois dele houve outros imperadores,  porém os mais conhecidos foram Nero e Constantino.
Jesus nasceu durante o reinado de Augusto, morreu e ressuscitou durante o reinado de Tibério, que reinou de 14 a 37 d.C.. A Palestina esteve sob o jugo romano de 63 a.C. até 135 d.C.. Quando Jesus nasceu o rei da Judeia era Herodes, o Magno.
Se por um lado Augusto preparou o mundo para um avivamento da literatura, da música, da arte dramática e da arquitetura. Por outro nada pode fazer para melhorar as condições morais e espirituais. Se o império Romano foi capaz de construir grandes façanhas da arquitetura, como o Panteon, o Coliseu e outras maravilhas arquitetônicas. Por outro, não foi capaz de construir se quer uma ponte para uma vida espiritual melhor.
  A religiosidade da época
O cristianismo nasceu e se desenvolveu em um ambiente hostil, abaixo destaco as quatro principais religiões dessa época.
a)      Animismo – Religião primitiva de Roma; idolatra e de má índole, vemos em Atos 19.34 e 35, um exemplo dessa religião. Adorava-se a Júpiter, Netuno, Plutão entre outros.
b)      Culto ao Imperador – Neste o objeto de adoração era o Imperador. Davam-lhes o louvor, o nome e a adoração como a um deus. Por não aceitarem e não praticarem este culto, os cristãos foram perseguidos e mortos.
c)      Religiões Místicas – Adoravam pessoas mortas, como se ao morrer elas se tornassem deuses.
d)     Ocultismo – Praticas como a astrologia, zodíaco e o horoscopo, eram populares nestas épocas. Invocação a espíritos das florestas e a magia com animais mortos.

Neste ambiente cheio de idolatria, Deus inspira quatros homens para que escrevessem não apenas uma biografia do humilde Galileu, mas que deixassem registradas as Palavras de vida eterna e libertação proferidas pelo Verbo de Deus.

Diante desses relatos históricos, fica evidente que a onde “O pecado reinou, superabundou a Graça de Deus”. Se por uma lado havia pessoas sem Deus, por outro havia uma igreja que amava ao Eterno Salvador.

Sergio Levi

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